segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Mais uma vez

Ah, esses últimos dias, depois de uma semana de torturas... De qualquer forma, ocorreu. É o que sei. Provável? Talvez. Talvez poderia ter sido evitado. Mas não me cabe avaliar o passado. O que vejo é um futuro não perdido. É de desejos, sim, é certo.
Futuro futuro, futuro passado. Não os julgareis. Porém, falar do presente é impossível, já que o que me acontece já aconteceu agora.
Então, deixar ser assim?
Não é de simplesmente se abandonar ao destino, mas fazer algo de forma que não se gere tristeza muito menos desespero. Complicado? Difícil! Possível...
Ah! Por que tudo é assim?
Te quero sempre pra mim
Junto
Aqui
Comigo
Sempre

...


Lembrando dos pensamentos correntes que veem e se desfazem sem se desvaecerem, neles gostaria de escrever sobre tudo o que me vem à mente.
É difícil transcrever o que sinto e as ideias... Passam rápido, ou, ao menos, não deixam serem pegos pelo intelecto das palavras. Palavras. São pouco para o que realmente valem os sentimentos, emoções e pensamentos.
Mas mesmo com poucas dessas tais, há aqueles que conseguem fazer-nos sentir somente pela sua essência. E isso é lindo. É poder sentir mesmo sem ter vivenciado, não desvalorizando a experiência, ainda porque esse sentir é de um outro, mas próximo, conceito de experimento. Assim, pois, não cede seu valor no viver.
Tão beleza comparável a esta dita é a da música por si só, declarada por seus instrumentos. Magníficos cantantes da senhora emoção, causadores de arrepios súbitos.