sábado, 2 de março de 2013

Verdes mares da desigualdade

Oh, mares negros que afundam os marginalizados em solidão.
Oh, rulos dos enclousurados em luxúria.
O pobre plebeu lobriga palácios da ambição
Sente o aljôfar de tristeza e morte resvalar sobre seu agro rosto
Sutura-se da opressa poupa que basta a falda rija
Do cocoruto uru, transudam em surdina merencória crebas debalde o ávido saí.



[ texto de Caroline & Amanda Angélica, 1º semestre de 2009 - aula de Literatura, Prof.ª Lúcia Pavini, inspiradas em "Iracema", José de Alencar]

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