Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador poesia. Mostrar todas as postagens

domingo, 27 de março de 2011

Descaso

Ah, mundo... Como podes me surpreender de tal maneira?
Meu viver é me perder. Meu amar é odiar. O carinho é falso de pudor.
Sua alegria é repudiante, é causa e consequência de frivolidade.
Levo como e com o possível, assim como queira.
Deito para descanso e paz, mas eu sonho é com o horror.
Não tenho cor, não tenho idade.
Só quero ter liberdade.
Pois já guardo a esperança de que um dia encontro o verdadeiro amor.
O vento me acalma, meu banho é poeira.