Ah, mundo... Como podes me surpreender de tal maneira?
Meu viver é me perder. Meu amar é odiar. O carinho é falso de pudor.
Sua alegria é repudiante, é causa e consequência de frivolidade.
Levo como e com o possível, assim como queira.
Deito para descanso e paz, mas eu sonho é com o horror.
Não tenho cor, não tenho idade.
Só quero ter liberdade.
Pois já guardo a esperança de que um dia encontro o verdadeiro amor.
O vento me acalma, meu banho é poeira.
Meu viver é me perder. Meu amar é odiar. O carinho é falso de pudor.
Sua alegria é repudiante, é causa e consequência de frivolidade.
Levo como e com o possível, assim como queira.
Deito para descanso e paz, mas eu sonho é com o horror.
Não tenho cor, não tenho idade.
Só quero ter liberdade.
Pois já guardo a esperança de que um dia encontro o verdadeiro amor.
O vento me acalma, meu banho é poeira.
e vc ainda nega a sua vertente de Humanas.. adorei o poema
ResponderExcluir